quarta-feira, 2 de julho de 2014

Preparativos

Julho, que parecia estar tão longe, finalmente chegou. Agora, falta "pouco" para a chegada dos meus pequenos.Eu já estou fazendo Home Office já que, por recomendação médica, não posso mais dirigir e preciso evitar ao máximo o uso do transporte coletivo. Trabalhar de casa tem suas vantagens: Eu consigo deitar para esticar a coluna de tempos em tempos, tomar um banho entre um relatório e outro e - o principal - não preciso enfrentar 3 horas de trânsito insano todos os dias (Deus abençoe meu chefe). 

Minha barrigona está gigante. Minha irmã, que ficou mais ou menos 2 semanas sem me ver, quase caiu de costas ao me encontrar hoje. E ela logo queria que eu me sentasse: "pelamordedeus, zi. Que barriga é essa?".
Andar em público também é um desafio. Por onde passo, atraio olhares assustados, da galera que acha que posso expelir uma criança a qualquer movimento brusco. Sem contar a sensualidade, né minha gente? O passinho de uma gestante conquistaria qualquer pato do mundo!!

 E, neste estado, você deve estar pensando: "Ela já deve estar com tudo pronto!"
Não tem nada pronto, minha gente. Nada.

Meu apartamento é lindo, mas bem pequeno. Quando descobrimos que teríamos um bebê a mais (além do havíamos previsto), cogitei fazer um quarto de redes e pendurar todo mundo no teto. Meu marido não achou a ideia tão genial assim e eu parti para a praticidade. Encontrei uma loja incrível, que faz móveis sob medida, e encomendei uma treliche mara com escorregador, que só chega no começo de agosto.

Até lá, eu preciso desmontar um armário trambolhudo que ocupa metade do quarto que destinamos aos pequenos, vender a cama que a Amelie usava até então, comprar a tinta pra pintar o quarto, encomendar o novo armário, mandar fazer as cortinas, separar brinquedos para doação. Resumindo: preciso fazer TODO o quarto.

Ainda não marquei o chá de bebê. Preciso confessar que não me sinto muito confortável em organizar um encontro em que as pessoas são meio que "obrigadas" a trazer um presente. Porém, dessa vez, eu vou precisar de ajuda. São dois bebês. E a quantidade de fralda que precisarei estocar é inacreditável. Outro item da lista a fazer.

Como sou uma pessoa centralizadora que adora ajudar nesse tipo de afazer, eu estava adiando muito coisa na esperança de que eu me sentiria melhor conforme a evolução da gestação (o que aconteceu na gravidez da minha pequena mocinha Amelie). Mas nesta, o desconforto só fez aumentar e eu percebi que eu vou ter que dar o braço a torcer e engolir o orgulho  aceitar toda a ajuda do mundo para dar conta do recado. 

E vamo que vamo que ainda faltam 10 semanas!






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