segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Alô alô, planeta terra chamando!


Ok, faz tipo um século que eu não atualizo o blog. Mas toda vez que a Amelie tem uma crise de bronquite minha vida sai do ar. Ela fica mais manhosa do que o de costume e não me deixa sentar mais do que cinco minutos a frente do computador.

Essas mudanças de tempo malucas castigaram a pequena nas últimas semanas. Febrão, tosse, remédios e muito chororô se intercalaram com inalações um tanto escandalosas. Mas agora está tudo bem  e minha petit Amelie já está aprontando saudavelmente por aí! Anda tão esperta que esses dias brinquei no Facebook dizendo que o próximo furacão  F5 deveria ser nomeado Amelie. Mas acho que essa peraltice é genética: eu era terrível!

E como o post das Coisas de Amelie 1 ano e 5 meses não foi colocado a tempo, seguem as evoluções:

A pequena melhorou no quesito dormir. Eu estipulei uma rotina bem engessada. Primeiro a gente coloca o pijama, depois ela toma a última mamadeira do dia, escova os dentes e caímos para dentro do quarto dela. Por enquanto ainda não consegui colocá-la no berço e sair, mas aos poucos vamos evoluindo.

O negócio do desfralde foi um alarme falso. Fez cocô no vaso sanitário duas vezes e depois não quis mais. Eu não vou forçar a barra, até por que ela precisa ter um mínimo de maturidade emocional para ter segurança suficiente para largar as fraldas. Logo logo acontece!

Ainda me dá problemas para comer. Mesmo que eu nunca tenha deixado de cozinhar e oferecer legumes e verduras, ela simplesmente se recusa a engolir algumas coisas. Cospe, faz careta... E eu ofereço toda vez! Ela come milho, ervilha e, se ela estiver com muito bom humor, brócolis. Cospe veementemente tomate, cenoura, alface, batata, inhame, mandioca, couve, chuchu... AMA de paixão uva passa e bolacha salgada!

Está cada dia mais agarrada comigo – literalmente. Agarra na minha perna e não me deixa fazer nada. Tem dias que fico para enlouquecer, querendo ficar absolutamente sozinha.
O vocabulário dela ainda continua bastante reduzido. Ela tem dificuldade de juntar sílabas diferentes. A única palavra que ela fala e dá pra entender é tente (quente). O resto é um amontoado de barulhos que só são compreensíveis com as mímicas que ela faz.

Agora eu to lendo o livro “ A maternidade e o encontro com a própria sombra”, da Laura Gutman e estou cheia de coisas para escrever. Mas primeiro tenho que tentar organizar as zilhões de ideias que correm pela minha cabeça para que os textos fiquem compreensíveis ! 

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