Mal cheguei na 11ª semana de gestação e a barriga de grávida (aquela que eu fiquei rezando para aparecer logo na gravidez da minha pequena Amelie) já tá toda aparecida. Já está redondinha, mas como minha calça jeans ainda me serve (e eu pretendo usá-la até que ela não passe mais do meu quadril), fico parecendo que estou enorme de gorda, com pança de chopp e torresminho.
"Mas amor, você está grávida!!!" - disse outro dia o meu marido.
Ah sim, é lindo ficar grávida. É realmente uma dádiva de Deus. Mas o que não é lá tão especial são os efeitos colaterais da liberação monstruosa de progesterona pelo meu ovário para manter a gravidez. Fora a flacidez dos músculos e ligamentos, é o hormônio que me fode de náuseas e enjoôs e me deixa assim, com um humor MARAVILHOSO.
A galera também não ajuda e a família é especialista em arruinar todo e qualquer vestígio de auto-estima que, por ventura, estiver sobrando neste ser que vos escreve: "mas olha o tamanho do seu quadril!! Gente, mas esses peitos daqui a pouco vão te sufocar. Ai, tadinha. Vai ficar ENORME. Já imaginou o tamanho da sua barriga?"
Penso no tamanho que minha pança vai ficar TO-DO-SAN-TO-DI-A. tenho noção de que terei estrias até na dobra da orelha. Se já estou toda dolorida agora, não quero nem ver quando chegar ao sétimo mês.
Sim. Tô meio de mau humor. Tudo culpa da progesterona.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
São Gêmeos!
Cheguei para a ultrassonografia com antecedência. Embora não fosse a primeira vez que eu passava por este exame, eu estava sim um pouco ansiosa. Queria saber se estava tudo bem com o bebê dentro da minha barriga (que já estava saliente).
Assim que o exame começou, já consegui identificar o saco gestacional e o feto, tão pequeno e tão lindo. Foi só a médica mexer o aparelho de ultrassom para que eu percebesse o outro saco gestacional e outro feto (?). Mas eu achei que era impressão minha.
- Você tá calma mãe?
- Por que? São dois?
- Sim, são gêmeos.
Por uma fração de segundos, meu coração parou. As lágrimas foram automáticas. Um riso nervoso me acompanhou o dia todo. Eu não acreditava que não tinha um, mas dois bebês na barriga.
(Bom, isso explica os enjoos surreais que tenho tido. eles vem com uma força avassaladora e tudo o que eu quero é ficar deitada na cama. mas, como? eu tenho uma criança de 3 anos!!!. explica também a barriga saliente. tô gordinha, mas não é pra tanto. sério. não, não fiz tratamento para engravidar. só a boa e velha fórmula da prática até a perfeição. é dessa vez eu acho que a gente se superou... tem caso na família, mas é bem longe. minha bisavó teve gêmeos. e só. e a força da hereditariedade - e porque não do destino? - nos faz pensar no enxoval para dois. e os nomes? não tínhamos nomes de meninas pré-definidos e agora precisamos pensar em diferentes combinações menina|menina, menina|menino, menino|menino. e o quarto? como a gente vai acomodar 3 crianças em um apartamento tão pequeno? o que vamos fazer com todos os brinquedos da Amelie? não vai caber tudo aqui. e o carro? será que cabem 3 cadeirinhas no carro? e a escola? já imaginou pagar escola para 2? para 3?? e a faculdade? plano de saúde? será que eu vou aguentar trabalhar até o final? será que eles serão prematuros? será que eu vou engordar muito? MEUDEUSDOCÉU quando é que esse enjoo vai parar e eu vou voltar a ser uma pessoa normal???????)
Estamos felizes. Muito. Em dobro! Mas agora eu só quero que o enjoo passe. Já falei que eu tô enjoando MUITO???
Assim que o exame começou, já consegui identificar o saco gestacional e o feto, tão pequeno e tão lindo. Foi só a médica mexer o aparelho de ultrassom para que eu percebesse o outro saco gestacional e outro feto (?). Mas eu achei que era impressão minha.
- Você tá calma mãe?
- Por que? São dois?
- Sim, são gêmeos.
Por uma fração de segundos, meu coração parou. As lágrimas foram automáticas. Um riso nervoso me acompanhou o dia todo. Eu não acreditava que não tinha um, mas dois bebês na barriga.
(Bom, isso explica os enjoos surreais que tenho tido. eles vem com uma força avassaladora e tudo o que eu quero é ficar deitada na cama. mas, como? eu tenho uma criança de 3 anos!!!. explica também a barriga saliente. tô gordinha, mas não é pra tanto. sério. não, não fiz tratamento para engravidar. só a boa e velha fórmula da prática até a perfeição. é dessa vez eu acho que a gente se superou... tem caso na família, mas é bem longe. minha bisavó teve gêmeos. e só. e a força da hereditariedade - e porque não do destino? - nos faz pensar no enxoval para dois. e os nomes? não tínhamos nomes de meninas pré-definidos e agora precisamos pensar em diferentes combinações menina|menina, menina|menino, menino|menino. e o quarto? como a gente vai acomodar 3 crianças em um apartamento tão pequeno? o que vamos fazer com todos os brinquedos da Amelie? não vai caber tudo aqui. e o carro? será que cabem 3 cadeirinhas no carro? e a escola? já imaginou pagar escola para 2? para 3?? e a faculdade? plano de saúde? será que eu vou aguentar trabalhar até o final? será que eles serão prematuros? será que eu vou engordar muito? MEUDEUSDOCÉU quando é que esse enjoo vai parar e eu vou voltar a ser uma pessoa normal???????)
Estamos felizes. Muito. Em dobro! Mas agora eu só quero que o enjoo passe. Já falei que eu tô enjoando MUITO???
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Irmã mais velha
Passei numa loja infantil perto do trabalho e comprei um pijaminha lindo para ela. Mandei embrulhar e coloquei o laço mais bonito que eu poderia ter encontrado.
Eu estrava apreensiva, pois não sabia como ela iria reagir. E como eu deveria reagir à reação dela? Essas reações em cadeia estavam me preocupando.
Cheguei em casa e fui recebida com um abraço gostoso, cheio de amor, como todos os dias. Logo que ela viu o embrulho, perguntou de quem era o presente:
- É seu, meu amor - eu disse.
- Mas é meu aniversário?
- Não. O presente é porque a partir de hoje você é uma irmã mais velha.
O brilho dos olhos dela foi inexplicável. Rapidamente, abriu o embrulho e quis colocar o pijama. Saiu de perto, foi para seu quarto e me chamou:
-Mamãe, venha ver o pôr do sol!!!! Olha como está cor de rosa!
Me aproximei da janela e ficamos olhando o céu.
- Mamãe, hoje é um dia realmente muito especial, não é? - disse, me dando um beijo na bochecha e outro na barriga.
- É meu amor. Hoje é um dia muito especial - balbuciei, entre lágrimas de felicidade.
Eu estrava apreensiva, pois não sabia como ela iria reagir. E como eu deveria reagir à reação dela? Essas reações em cadeia estavam me preocupando.
Cheguei em casa e fui recebida com um abraço gostoso, cheio de amor, como todos os dias. Logo que ela viu o embrulho, perguntou de quem era o presente:
- É seu, meu amor - eu disse.
- Mas é meu aniversário?
- Não. O presente é porque a partir de hoje você é uma irmã mais velha.
O brilho dos olhos dela foi inexplicável. Rapidamente, abriu o embrulho e quis colocar o pijama. Saiu de perto, foi para seu quarto e me chamou:
-Mamãe, venha ver o pôr do sol!!!! Olha como está cor de rosa!
Me aproximei da janela e ficamos olhando o céu.
- Mamãe, hoje é um dia realmente muito especial, não é? - disse, me dando um beijo na bochecha e outro na barriga.
- É meu amor. Hoje é um dia muito especial - balbuciei, entre lágrimas de felicidade.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Dona Coelha
*Para amantes de Peppa Pig
Outro dia li um post no Blog Conversa de Mãe falando sobre a paciência da mamãe Pig. E eu me peguei pensando em diversas situações do desenho mais querido lá em casa.
A paciência da mamãe Pig é realmente admirável. Porém, eu me impressionava mesmo era com a Dona Coelha. Oh mulher atarefada.
Ela tem vários trabalhos: é caixa do supermercado local, é dona de um caminhão de sorvete, é motorista do ônibus da escola, trabalha numa empresa de reciclagem de sucata, pilota balão de ar, faz bolos para fora e ainda eu pensava que era ela a mãe dos dois pequenos Coelhos: Rebeca e Richard, ela com 4 e ele com 1 ano e meio. E sempre me perguntava: Jesus, como é que ela consegue dar conta de tudo??
Eis que fui fazer uma busca sobre informações sobre a personagem e descobri o mistério: Ela é a tia dos pequenos coelhos!!!! Dona Coelha e Mamãe Coelha são irmãs. Elas são idênticas (provavelmente gêmeas) e até mesmo as famílias da redondeza as confundem.
Tem um episódio (em inglês) que mostra o dia em que a Dona Coelha torceu a perna e a Mamãe Coelho tentou assumir todo o trabalho dela:
E no site tem o perfil de todos os personagens: http://www.peppapig.com/
E eu não consigo deixar de achar que este é o desenho mais fofo dos últimos tempos.
Outro dia li um post no Blog Conversa de Mãe falando sobre a paciência da mamãe Pig. E eu me peguei pensando em diversas situações do desenho mais querido lá em casa.
A paciência da mamãe Pig é realmente admirável. Porém, eu me impressionava mesmo era com a Dona Coelha. Oh mulher atarefada.
Ela tem vários trabalhos: é caixa do supermercado local, é dona de um caminhão de sorvete, é motorista do ônibus da escola, trabalha numa empresa de reciclagem de sucata, pilota balão de ar, faz bolos para fora e ainda eu pensava que era ela a mãe dos dois pequenos Coelhos: Rebeca e Richard, ela com 4 e ele com 1 ano e meio. E sempre me perguntava: Jesus, como é que ela consegue dar conta de tudo??
Eis que fui fazer uma busca sobre informações sobre a personagem e descobri o mistério: Ela é a tia dos pequenos coelhos!!!! Dona Coelha e Mamãe Coelha são irmãs. Elas são idênticas (provavelmente gêmeas) e até mesmo as famílias da redondeza as confundem.
Tem um episódio (em inglês) que mostra o dia em que a Dona Coelha torceu a perna e a Mamãe Coelho tentou assumir todo o trabalho dela:
E no site tem o perfil de todos os personagens: http://www.peppapig.com/
E eu não consigo deixar de achar que este é o desenho mais fofo dos últimos tempos.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Por um ano cheinho de lama!
"Mãe, a gente pode ter uma casa dessas lá em São Paulo?" - foram essas as primeiras palavra da Amelie, assim que chegamos ao sítio da vovó biza Cida, no interior. A casa de madeira, simples, o quintal com chão de terra batida onde as galinhas, gansos, filhotes de porco e outros animais andam soltos brilharam no reflexo dos olhos da pequena. Coisa linda derretedora de corações.
Naquele momento só pensei no nosso apartamento de 46m² e respondi: "Mamãe vai fazer o possível para que isso aconteça".
Nem o calor senegalês que pairou sobre a cidade nos últimos dias do ano derrubaram a disposição da pequena - ou da mãe, que suava em bicas correndo atrás da nova aventureira querendo que ela comesse alguma coisa. Era emoção demais demais para se preocupar em comer.
Ver ela correndo solta, procurando ovos pelo sítio com a vovó Biza, fazendo comidinha com folhas e flores e se lambuzando de barro me deram mais energia e vitalidade para encarar um 2014 cheio de desafios e ralarainda mais a bunda para conseguir uma casa/sítio com um pequeno quintal onde ela possa se transformar na Peppa - e poder brincar em poças de lama a hora que quiser!
Naquele momento só pensei no nosso apartamento de 46m² e respondi: "Mamãe vai fazer o possível para que isso aconteça".
Nem o calor senegalês que pairou sobre a cidade nos últimos dias do ano derrubaram a disposição da pequena - ou da mãe, que suava em bicas correndo atrás da nova aventureira querendo que ela comesse alguma coisa. Era emoção demais demais para se preocupar em comer.
Ver ela correndo solta, procurando ovos pelo sítio com a vovó Biza, fazendo comidinha com folhas e flores e se lambuzando de barro me deram mais energia e vitalidade para encarar um 2014 cheio de desafios e ralar
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Mãe organizada
Confesso que nunca fui uma pessoa muito organizada. Sou daquele tipo que marca alguma coisa e esquece completamente dos compromissos. Não por maldade, mas por pura falta de memória mesmo.
Nos últimos tempos, isso vinha me incomodando bastante. Estava afetando minha produtividade no trabalho, estava num pico de estresse horroroso (beijo marido, por ter aguentado meus ataques) e estava sem o mínimo de paciência com a Amelie.
Primeiro, eu achei que meu problema estava no trabalho. Vivia de #mimimi, reclamando que estava cansada, que tinha muita coisa para fazer e o desânimo acabou tomando conta. Numa tentativa de me sair desse buraco, fui procurar ajuda. E acabei encontrando o Coaching. Num primeiro momento, minha intenção era fazer o Coaching executivo. Porém, conversando com a Coach, comecei a prestar mais atenção na vida (ela, que acontece enquanto eu tenho um milhão de coisas para fazer) e vi que o problema não era no trabalho, mas em casa.
Eu e meu marido estamos trabalhando demais. Ele sai de casa às 6h30 e volta só às 22h30 (vida de professor, minha gente) e não tenho como exigir que ele me ajude a lavar os banheiros. Eu não tenho empregada. Então, além de mãe e jornalista, sou lavadeira, passadeira, diarista, cozinheira. Minha sogra e minha mãe me ajudam, graças a Deus, mas ainda assim, é muito trabalho. E isso estava tirando toda minha energia.
E quantas mães por aí não vivem EXATAMENTE a mesma coisa? Eu, que só tenho 1 filho, sofro. Imagina aquelas que além disso tudo têm 2 ou 3 rebentos para cuidar? É de enlouquecer, minha gente.
O que fazer neste momento? Puxar os cabelos, enlouquecer, babar e desistir de ser um ser com a mínima vida social e unha feita? NÃO, minha gente. Bora correr atrás do preju.
Corri para o oráculo (google) e achei minha salvação: um blog chamado Vida Organizada. A Thais, dona do blog, adotou um método de organização chamado GTD (Getting Things Done). Há um livro sobre isso, com tradução em português A arte de fazer acontecer.
Confesso que não li o livro, mas devorei e estudei todos os posts que a Thais fez sobre o assunto. E comecei a aplicar algumas dicas no meu dia a dia. E gente, mudou minha vida.
Agora estou bem mais organizada e consigo cumprir com meus compromissos sem ter a sensação de que vou enlouquecer a qualquer momento. Ou seja, ajudou a melhorar a qualidade de vida de toda família.
Ainda estou me adaptando e escolhendo a melhor maneira de aplicar as dicas da Thais na minha realidade. Há muitas coisas que preciso fazer ainda. Mas acredito que isso, aliado ao Coaching, vai me ajudar a colocar as coisas nos eixos e me deixar viver de verdade.
Nos últimos tempos, isso vinha me incomodando bastante. Estava afetando minha produtividade no trabalho, estava num pico de estresse horroroso (beijo marido, por ter aguentado meus ataques) e estava sem o mínimo de paciência com a Amelie.
Primeiro, eu achei que meu problema estava no trabalho. Vivia de #mimimi, reclamando que estava cansada, que tinha muita coisa para fazer e o desânimo acabou tomando conta. Numa tentativa de me sair desse buraco, fui procurar ajuda. E acabei encontrando o Coaching. Num primeiro momento, minha intenção era fazer o Coaching executivo. Porém, conversando com a Coach, comecei a prestar mais atenção na vida (ela, que acontece enquanto eu tenho um milhão de coisas para fazer) e vi que o problema não era no trabalho, mas em casa.
Eu e meu marido estamos trabalhando demais. Ele sai de casa às 6h30 e volta só às 22h30 (vida de professor, minha gente) e não tenho como exigir que ele me ajude a lavar os banheiros. Eu não tenho empregada. Então, além de mãe e jornalista, sou lavadeira, passadeira, diarista, cozinheira. Minha sogra e minha mãe me ajudam, graças a Deus, mas ainda assim, é muito trabalho. E isso estava tirando toda minha energia.
E quantas mães por aí não vivem EXATAMENTE a mesma coisa? Eu, que só tenho 1 filho, sofro. Imagina aquelas que além disso tudo têm 2 ou 3 rebentos para cuidar? É de enlouquecer, minha gente.
O que fazer neste momento? Puxar os cabelos, enlouquecer, babar e desistir de ser um ser com a mínima vida social e unha feita? NÃO, minha gente. Bora correr atrás do preju.
Corri para o oráculo (google) e achei minha salvação: um blog chamado Vida Organizada. A Thais, dona do blog, adotou um método de organização chamado GTD (Getting Things Done). Há um livro sobre isso, com tradução em português A arte de fazer acontecer.
Confesso que não li o livro, mas devorei e estudei todos os posts que a Thais fez sobre o assunto. E comecei a aplicar algumas dicas no meu dia a dia. E gente, mudou minha vida.
Agora estou bem mais organizada e consigo cumprir com meus compromissos sem ter a sensação de que vou enlouquecer a qualquer momento. Ou seja, ajudou a melhorar a qualidade de vida de toda família.
Ainda estou me adaptando e escolhendo a melhor maneira de aplicar as dicas da Thais na minha realidade. Há muitas coisas que preciso fazer ainda. Mas acredito que isso, aliado ao Coaching, vai me ajudar a colocar as coisas nos eixos e me deixar viver de verdade.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Pausa para leitura - O carteiro chegou
Lá em casa, Amelie ganha um livro por mês. Este é um acordo nosso e é a maior festa quando é dia de ir à livraria escolher o próximo título. Para estimular ainda mais o gosto pela leitura, montei uma pequena biblioteca para ela. Fica numa altura acessível para que ela possa escolher o que mais gosta, a qualquer hora do dia. A noite lemos algum deles juntas.
Antes, eu tinha a maior dificuldade para encontrar bons livros infantis. Não gosto daqueles que têm sons, pois acho que eles só servem para desviar a atenção dos pequenos. Porém, com essa meta de um livro por mês, tenho descoberto muitas preciosidades e hoje vou falar sobre uma que me deixou absolutamente encantada: o Carteiro Chegou, da Companhia das Letrinhas.
Basicamente, o livro conta a história de um dia na vida de um carteiro especial, que visita personagens importantes da literatura: Os ursos, a Bruxa de João e Maria, o Lobo Mal, Cinderela etc.
E a fofura começa aí: É possível ver o conteúdo das cartas. ♥
Elas são incríveis. Bem humoradas, com uma diagramação impecável e estilos literários diversos. É de uma riqueza de detalhes maravilhosa.
| Uma das cartas. Da Cachinhos Dourados para Sr. a Sra. Urso |
Estou tão encantada que meu desejo é que todas as crianças do universo tenham acesso a esse livro. Sei que há também a versão de Natal do livro (que já estou programando para ser o título de dezembro).
E não, eu não recebi um tostão da editora para falar do livro, antes que me perguntem. Só sou APAIXONADA por livros e estou me divertindo a beça nessa incursão pelo mundo da literatura infanto-juvenil. =)
E você? Lê para seu(s) pequeno(s)? Aceito dicas de novos títulos!
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