terça-feira, 19 de junho de 2012
Eu casei
E aí que eu casei. Com direito a buquê, dia de beleza e tudo mais que uma noiva tem direito. Embora eu nunca tenha me imaginado como noiva (que de verdade, eu não fui mesmo), a festinha foi linda, do jeito que a gente imaginou. Mas deu um trabalhão.
Primeiro porque a gente não tinha dinheiro. Minha avó deu de presente o bufê, mas mesmo assim, tivemos de limitar muito o número de convidados. Só chamamos mesmo a família e os amigos que vemos com mais frequência - o que deu um total de 70 pessoas.
Eu coloquei a mão na massa pra valer. Toda decoração foi feita por mim. Não tivemos bolo - que é um absurdo de caro e bem dispensável, para mim - só doces de compota, tradicionais e deliciosos.
A pequena deu um show a parte, devo contar. Comprei um vestido de princesa e ela se auto intitulava Bela (sim, da Bela e a Fera). Ela dançou, rodou, carregou um mini buquê e foi a estrela da festa.
E eu queria passar por aqui para falar que eu andava sumida por conta disso. Todo o planejamento me deixou sem um ínfimo segundo para passar por aqui e deixar as minhas novas impressões sobre o desenvolvimento da pequena.
Mas nós estamos bem. Felizes, juntos e nos amando mais do que nunca! Ainda essa semana vou atualizar minhas visitas aos blogs que adoro e escrever novos textos!
Ah! Quem gostou das fotos, tem mais algumas! www.ateliedesonhos.com.br
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Proibida a entrada de crianças
Quem é pai sabe: sair com criança pequena requer um planejamento logístico super trabalhoso. Além dos itens indispensáveis como fraldas, lenços umidecidos e afins, é preciso levar em conta também o lugar de destino, uma vez que, infelizmente, não são todos os estabelecimentos que aceitam crianças. Sim minha gente, isso acontece muito.
Este domingo fui tomar café com 2 amigas muito queridas em uma bela padaria perto da casa da minha mãe. É um lugar que eu frequento desde que eu tenho uns 10 anos. Nesse tempo todo o estabelecimento cresceu e ficou chiquérrimo (e preconceituoso).
Explico: eles não gostam de crianças e isso ficou bem explícito nessa nossa última visita. Primeiro que eles não têm cadeirões. Um lugar imenso, com dezenas de mesas e nenhuma cadeira que acomode os pequenos.
Até aí ok, vai. Mas percebi que fomos tratadas de maneira diferente por estarmos com uma criança. Os funcionários que se aproximavam de nós o faziam de cara amarrada. A pequena derrubou o suco dela uma vez e o funcionário falou, em alto e bom som: De novo eu vou ter que limpar essa bagunça?
Detalhe: o de novo foi porque uma das minhas amigas já havia derrubado, acidentalmente, um copo de iogurte. Cara, isso pode acontecer com qualquer um!!!
Enfim, achei isso o maior absurdo. Eles não estavam fazendo um favor ao receber a mim e a minha filha. Se eles não querem receber crianças, que coloquem na entrada (junto a placa que proibe cachorros), os dizeres: é proibida a permanência de crianças no salão.
E para que vocês não corram o risco de passarem por isso, nem cogitem visitar a Confeitaria Paris, no Jardim França, em São Paulo.
Ainda to espumando com isso!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Manhas e birras mode on
Faz uns dias que a pequena anda birrenta. Não quer comer, tomar banho, dormir, colocar meias ou casacos em dias frios (como hoje).
Eu tenho tentado ficar calma e transparecer confiança, mas a verdade é que eu tenho conseguido lidar muito bem com esse novo comportamento da pequena.
Além disso tudo, ela tem andado super agressiva. Outro dia, acordou de madrugada e veio direto me bater.
O engraçado é que na escola ela não tem apresentado esse tipo de comportamento. As professoras dizem que ela costuma ser bastante carinhosa.
Enfim, escrevo mais para pedir ajuda a vocês, minhas fiéis leitoras. Vocês ja passaram por algo parecido? Como lidaram com a situação?
segunda-feira, 16 de abril de 2012
A primeira semana de vida social: de mãe e filha
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Adaptação escolar dia 2 e 3 e feriado de Páscoa!
A coordenadora pedagógica me ligou dizendo que muito provavelmente esta era uma febre emocional e que passaria tão rápido quanto apareceu - e foi o que aconteceu. Mas eu fiquei em casa, aflita!
[No post anterior eu esqueci de comentar que, além de todo aquele corre corre, eu ainda tinha uma encomenda gigantesca de origamis para entregar na sexta! Por um lado, até que foi bom, porque enquanto a Amelie estava na escola, eu fiquei dobrando. Mãos ocupadas, mente serena.]
Foi buscá-la umas 16h30 e a encontrei chorando. Quando ela me viu, não sabia se chorava, se dava risada. Deus do céu, mais uma vez meu coração veio na boca. Como é difícil vê-la nesse estado.
O final de semana foi imensamente turbulento. Eu passei muito mal na sexta-feira, fui para o hospital duas vezes, tomei toneladas de remédios para dor e dei início a um tratamento com antibióticos por conta de uma baita infecção urinária. Como efeito colateral, o remédio dá uma sensação generalizada de cansaço ótima para quem tem um zilhão de coisas para fazer.
Hoje a pequena não ficou bem na escola. A professora disse que chorou o tempo todo, não comeu e só tirou um pequeno cochilo. Eu já havia decidido buscá-la logo após o almoço e não esperar o tempo máximo que ela conseguiria ficar. Acho que isso estressa mais do que adapta.
Mas no tempo que ela ficou na escola, aproveitei para comprar uma lancheira linda e um copo todo bacana para ver se ela fica mais animada de ir amanhã - o dia do meu retorno ao trabalho.
Ainda bem que esta semana minha sogra e minha mãe vão me dar uma mãozinha e a pegarão na escola logo depois do almoço - o que me deixa um pouco mais tranquila.
Enfim, não está sendo muto fácil.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Adaptação escolar - dia 1
No dia em que me ligaram da empresa para me fazerem a proposta de emprego, meu irmão também me ligou para contar que minha mãe havia sido internada com pneumonia. Pronto, já fiquei apavorada, preocupada, ansiosa para vê-la o mais breve possível.
Como eu já estava na escola resolvendo as burocracias de matrícula, compra de material e uniforme, terminei tudo com calma, fui para casa da minha avó (mãe da minha mãe) para contar para ela o que estava acontecendo e tecer um plano de ação. Ficou decidido que eu dormiria com ela no hospital e lá fomos nós organizar o maior plano de logística para que tudo desse certo.
Levei a pequena para dormir na minha sogra, afinal, não sabia a que horas chegaria do hospital e meu marido sai antes das 7h da manhã para trabalhar.
Fui para o hospital passar a noite com mamis (que está estabilizada, sem maiores riscos, graças a Deus!). Mas se eu dormi umas 2 horas foi muito. Cheguei em casa podre, mas estava tão ansiosa com as coisas pra fazer que não consegui descansar. Arrumei a casa, separei uns documentos e esperei a pequena, que só chegou em casa ao meio dia!
Ela estava super cansada, pois ficou brincando a manhã toda com os avós. Tirou um cochilo e assim que acordou, a levei para a escola.
Segundo as prôs - ela tem 5: duas na parte da manhã e três a tarde - ela chorou na primeira meia hora. Depois brincou com os amigos, dançou na sala, socializou toda bonita, comeu o lanchinho que mandei e pronto! Eu apareci para buscá-la. Ela ficou apenas 2 horas, que foi o combinado com a coordenadora pedagógica.
Mas partiu meu coração a hora que ela me viu. Me abraçou forte e, meio soluçando, me chamou. Haja força!
Daqui a pouco ela acorda e lá vamos nós novamente! Espero que hoje ela fique melhor!
Ah, e quando a gente pergunta pra ela o que tem na escola de mais legal, sabe o que ela responde? "Amigos, mamãe!"
Não é de morrer de fofura?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Mercado de trabalho: eu estou voltando!
Eu cheguei a falar em vários momentos que este é um processo realmente difícil. Sem dinheiro para colocá-la na escola, como fazer para ir em entrevistas de emprego, sem ter alguém com quem ficasse com ela?
Mandei meu currículo despretensiosamente para algumas empresas. Muitas sequer me responderam ou me contataram para falar sobre o processo seletivo. Quando me contatavam, me ofereciam um salário tão ridículo que não valia a pena sair de casa - eu acabaria pagando para trabalhar.
Finalmente, perdi as esperanças de voltar ao mercado como jornalista e então, como contei aqui, resolvi seguir um rumo diferente. Até estava dando certo, quando um amigo querido me indicou para uma vaga em um lugar em que eu já havia trabalhado.
Esse volta ou não volta está rolando desde novembro passado e, sinceramente, não tinha muitas esperanças. Mas ontem, uma ligação fez meu dia e semana que vem, volto ao trabalho.
Estou num misto de sentimentos contraditórios: uma alegria tremenda por sair de casa versus uma tristeza profunda em deixar de ficar o tempo todo com a Amelie. Já comecei a me preocupar com a escola: será que os amiguinhos vão bater nela? será que ela saberá se defender? Será que ela pensar que eu a abandonei?
Enfim, são tantos pensamentos
Vou deixando vocês informadas sobre esse ciclo que se inicia em nossas vidas! Que venha o novo!!!!!
