Esse mês eu fiz uma matéria para a Crescer sobre parto eletivo. Não era uma coisa complicada, mas conforme fui apurando, fiquei tão mexida com as coisas que fui descobrindo que foi uma briga sem tamanho para que eu conseguisse escrevê-la. Para que vocês possam entender melhor, a ideia era falar sobre os perigos de agendar um parto, tanto para o bebê quanto para a mãe.
Fato é que eu descobri que meu tão desejado parto normal poderia ter acontecido. Mas por ignorância minha, deixei que o médico fizesse essa decisão por mim.
Ainda na minha primeira consulta, deixei claro para o meu obstetra que eu gostaria de ter um parto normal. Ele concordou prontamente e eu fiquei feliz por estar sendo acompanhada por alguém que respeitaria minha vontade. Mas as coisas não saíram como eu havia planejado.
Com 2o e poucas semanas descobri que estava com diabetes gestacional. Falei um pouco sobre os perigos da doença aqui. Com 31 semanas, ao fazer um ultrassom de rotina, fui informada que minha placenta tinha atingido o Grau III, ou seja, ela estava fraca, envelhecida e podia falhar na alimentação do meu bebê. Na hora do exame, o médico do laboratório fez questão de conversar com meu médico, que pediu que eu fosse imediatamente ao seu consultório. Ele me explicou que eu teria de fazer exames semanais para que a vitalidade da Amelie fosse monitorada e, esse fato somado à diabetes diminuiria substancialmente as possibilidades de um parto normal.
Nem sei explicar o tamanho da minha frustração e preocupação que me acompanhou durante as sete semanas subsequentes. Mas na época eu realmente fiquei agradecida por ter descoberto todas essas coisas que, teoricamente, colocavam a minha vida e a da Amelie em risco.
Nem uma dessas coisas justificava uma cesárea marcada - minha diabetes estava controlada e, enquanto minha placenta estivesse funcionando, poderia esperar até que a pequena quisesse nascer. O médico ainda errou ao optar pela cirurgia na 37ª semana, tirando a Amelie do quentinho da minha barriga sem que ela estivesse pronta. Resultado? 1 semana na UTI neonatal, sem que eu pudesse sequer segurá-la ou amamentá-la nos primeiros 3 dias de vida. Além disso, ela "ganhou" uma bronquite crônica - o que me deu alguns cabelos brancos, noites insones e me fez parar de trabalhar para que eu pudesse cuidar dela.
Tem um ditado que diz: "a ignorância é a mãe da felicidade". Muitas vezes concordei com esses dizeres, mas neste momento, discordo plenamente. Se eu tivesse falado com outros médicos sobre o assunto e perseguido minha vontade com mais afinco, tenho certeza de eu seria muito mais feliz.
Portanto, é importante procurar informação, ainda mais em um momento tão especial como este. Além disso tudo, é essencial procurar alguém que respeite verdadeiramente sua decisão. Assim, você não se sentirá tão enganada, chateada e melancólica como eu tenho me sentido nos últimos dias....
sábado, 23 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Coisas de Amelie: 13 meses
Passou um tempinho da comemoração dos 13 meses de vida, mas essa última semana foi mesmo corrida! A Amelie doente me deixou desnorteada como disse no último post e só agora eu consegui colocar a cabeça no lugar para pensar em alguma coisa além dos cuidados com ela. Graças a Deus minha pequena conseguiu responder bem aos antibióticos (coisa que não tinha acontecido da última vez) e ela está tinindo de tão esperta!
Bem, preciso confessar que não tenho sido uma mãe completamente em tempo integral. Estou com ela 97% do tempo, digamos. Isso porque meu espírito de jornalista não me deixou sossegar e estou fazendo uns frilas esporádicos. Inclusive, tem matéria minha na Crescer desse mês!
Bem, vamos às coisas de Amelie (que são muitas):
- Ainda não está andando. Acho que por pura insegurança, pois vem ensaiando os passinhos desde os 11 meses. Apoiada nos móveis (ou em qualquer coisa que ofereça segurança), vai longe! Não estou preocupada e nem quero apressar algo que é natural. Quando ela se sentir segura, ela soltará das coisas e vai correr por aí me deixando completamente maluca atrás dela.
- Falar alguma coisa, ela não fala. Só as palavras mais usuais como mamãe e papai são inteligíveis. De vez em quando ela solta frases inteirinhas como outro dia lançou “O sapo não lava o pé”. Nem preciso dizer que morri de rir!
- Dorme bem!!!! É só dar a hora do soninho que ela vira pro lado e capota. Raramente acorda durante a madrugada e tem adormecido no bercinho. Uma vitória!
- O segundo dente já está rasgando a gengiva, o que faz com que ela fique um tanto rabugenta, é verdade.
- Imita tudo o que vê e às vezes surpreende a gente com algo novo. Outro dia ela estava fazendo cara como se estivesse fazendo muita força. Não sei onde ela viu isso, mas ela morria de rir quando fazia as caras e bocas (assim como eu e meu marido).
- É muito simpática. Na rua “fala” com todo mundo, faz charme, manda beijo. Uma coisa de louco. Isso me deixa um pouco preocupada, afinal, nem todo mundo é bacana e gosta de criança, não é? Mas eu não a desencorajo não. Melhor ela ser expansiva do que tímida (eu acho!!! rs)
- Ela já engordou quase 2 quilos no último mês, o que é realmente surpreendente na idade dela. Descobri que a Amelie não é uma criança muito fácil de alimentar. Ela recusa os alimentos, chora e é preciso muita calma e tempo para que ela se alimente. Não forço nada, só a distraio e ela acaba comendo bem ao final. Fico imaginando se no berçário era assim...
- Adora música, qualquer tipo. Está numa fase “Pintinho amarelinho” e Minha Princesa, tema da novela Cordel encantado. Sim, eu deixo ela assistir televisão comigo e só assistimos coisas bacanas (ela até faz “hummmm” durante os programas de culinária que tanto adoro!)
- Livros e revistas são uma atração a parte para ela. Ela tem alguns livrinhos brinquedos – de pelúcia e de banho – que adora e me chama para olharmos juntas. Mas o que ela curte mesmo é pegar meus livros da estante e tentar arrancar todas as folhas folheá-los. Ainda não rasgou nenhum.
- Está com uma mania bem fofa de pegar qualquer paninho (meia, toca, fraldinha, babador) para limpar as coisas. Passa no chão, na cadeira... É muito engraçadinho.
Acho que é isso! Amanhã volto com um novo post!!!=)
terça-feira, 28 de junho de 2011
Mais uma bronqueolite
E a Amelie ficou doente novamente. Há uns dias começou a ficar chata, agarrada em mim. Eu, em minha santa inocência, pensei que ela estava se tornando uma criança caipira, daquelas que grudam na barra da calça da mãe e não soltam nunca mais.
Há uns dois dias começou com uma febrinha e a não dormir de madrugada. Ontem ela ficou caída. A febre atingiu os 38ºC, eu peguei minha bolsa e corri para o Pronto Socorro com ela.
Fomos muito bem atendidos, mas assim que a médica perguntou a quanto tempo ela estava com febre e eu disse que os 38ºC tinham sido atingidos há poucas horas, senti um certo deboche, sabe? Mesmo assim ela encaminhou a Amelie para o raio-X.
O resultado? Uma nova bronqueolite, antibióticos e as desculpas da médica, afinal, ela realmente não estava bem (não era só uma gripinha!!)
Depois disso, entrei em parafuso. As lembranças da internação por conta da última pneumonia me atomentaram durante toda madrugada. Não preguei o olho, tive dor de barriga, fiquei com a pele toda irritada. Fiquei pensando no que eu poderia fazer para que ela melhorasse logo. Esqueci panela no fogo, fiz qualquer gororoba para comer e não consegui organizar nada. Cheguei à conclusão que poderia fazer dar todo carinho e colo do mundo e rezar para que o remédio fizesse efeito.
Hoje ela ficou um pouco melhor. Não teve febre (viva o antibiótico!) e agora dorme profundamente, bem quentinha, no quarto ao lado. Acho que hoje vou conseguir dormir um pouco.
Há uns dois dias começou com uma febrinha e a não dormir de madrugada. Ontem ela ficou caída. A febre atingiu os 38ºC, eu peguei minha bolsa e corri para o Pronto Socorro com ela.
Fomos muito bem atendidos, mas assim que a médica perguntou a quanto tempo ela estava com febre e eu disse que os 38ºC tinham sido atingidos há poucas horas, senti um certo deboche, sabe? Mesmo assim ela encaminhou a Amelie para o raio-X.
O resultado? Uma nova bronqueolite, antibióticos e as desculpas da médica, afinal, ela realmente não estava bem (não era só uma gripinha!!)
Depois disso, entrei em parafuso. As lembranças da internação por conta da última pneumonia me atomentaram durante toda madrugada. Não preguei o olho, tive dor de barriga, fiquei com a pele toda irritada. Fiquei pensando no que eu poderia fazer para que ela melhorasse logo. Esqueci panela no fogo, fiz qualquer gororoba para comer e não consegui organizar nada. Cheguei à conclusão que poderia fazer dar todo carinho e colo do mundo e rezar para que o remédio fizesse efeito.
Hoje ela ficou um pouco melhor. Não teve febre (viva o antibiótico!) e agora dorme profundamente, bem quentinha, no quarto ao lado. Acho que hoje vou conseguir dormir um pouco.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
frustração de mãe criança
E não sei assobiar. E não é por falta de tentativas. Quando era criança, passava horas tentando produzir qualquer som com a boca. Meu irmão, que é quatro anos mais novo, assobiava de tudo quanto era jeito e me matava de inveja.
O tempo passou e eu não aprendi mesmo. Faço biquinho e só faz sair ar da minha boca. Meu sogro é o rei do assobio. Meu marido canta qualquer melodia como um passarinho e faz uma semana mais ou menos que a Amelie começou a prestar atenção e fazer biquinho, tentando assobiar.
Ontem ela conseguiu e eu quase caí da cadeira quando ouvi. Morri de orgulho ao ver minha pequena conseguindo algo que eu NUNCA consegui. E desde ontem que me pego tentando alucinadamente assobiar. Sem sucesso, claro. Acho que daqui um tempo, quando o assobio da Amelie ficar mais forte, vou pedir para ela me dublar. Eu faço biquinho e ela produz o som.
Poutz... que vergonha!!! hahahahahahahahahah
PS: Mães dessa blogsfera linda. Estou fazendo uma matéria sobre parto eletivo e estou precisando desesperadamente de personagens. Preciso de mães que optaram pelo parto cesárea e tiveram algum tipo de complicação após a cirurgia: dificuldade de cicatrização, infecção, bebê que tenha ficado uns dias na UTI. Enfim, será que alguém consegue me ajudar?? A revista é bem bacana!!!=)
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Música para a pequena Amelie
![]() |
| Não é a Amelie, mas a foto é fofa DEMAIS! |
Comecei a aprender a tocar violão com 6 anos, mas nunca levei muito a sério. Minha paixão sempre foi cantar, cantar e cantar. Quando eu tinha uns 18 anos descobri a flauta transversal, fiz algumas aulas mas acabei deixando a música de lado para conseguir uma profissão que me sustentasse (azar o meu, porque todos os filhos dos amigos da minha mãe estão aí, vivendo de música de primeiríssima qualidade!)
Às vezes me arrependo amargamente por não ter tido mais disciplina e continuado firme no meu aprendizado musical. Isso, o meu marido tem de sobra. Ele toca cavaco e banjo como poucos e ainda é autoditada. É fascinante ver a facilidade que ele tem com instrumentos musicias!
E, por conta de tudo isso, nos preocupamos muito com o que a Amelie ouve. Queremos que tenha uma boa formação musical pois temos certeza que isso a ajudará em muitos aspectos, como concentração, disciplina, criatividade... Mas também não queremos impor nada! Nossa intenção é apresentar os instrumentos, diferentes estilos musicais (aqui em casa a gente é muito eclético) e esperar que ela desenvolva os próprios gostos. A princípio, pretendemos colocá-la para fazer aulas de piano, que é um instrumento excelente para a iniciação musical. Depois, ela poderá escolher um instrumento que lhe interesse mais - ou deixá-los de vez, quem sabe?
Ela já se interessa por algumas coisas. Adora mexer nas cordas do violão, no pandeiro e bate palmas loucamente quando ouve alguma música. Já apresenta alguns ritmos favoritos, como sertanejo e músicas de nosso cancioneiro popular como O Sapo não lava o pé ou Borboletinha. E de verdade, a gente adora cantar com ela!!!!!!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Mãe, bebê e metrô
Hoje eu e a Amelie fomos dar um superhipermega cansativo passeio de metrô. Na verdade, eu precisava ir até meu antigo emprego para buscar alguns documentos e o resto do meu salário. Aproveitei o dia bonito, preparei uma pequena mala, coloquei a Amelie no meu inseparável sling e parti com meu bilhete único na mão.
Subir na lotação foi moleza. Logo umas 3 pessoas se levantaram para me ceder o lugar. A pequena foi olhando o céu, tagarelando seu bebês indecifrável e fazendo gracinha para todo mundo que olhava para ela.
No metrô a coisa já ficou esquisita. Primeiro que a mamadeira de água dela abriu na bolsa e, além de molhar tudo o que estava dentro, molhou também minha roupa. Uma delícia tomar um banho desse com uma temperatura que beirava uns 15 graus! Além disso, digo que é preciso ter braço para segurar uma criança decidida a colocar todos os ferros do metrô na boca. Foram umas 14 estações tentado conter a empolgação da pequena!
Depois, precisei andr uns 6 quarteirões a pé. Na descida foi moleza, mas a subida foi cruel. Eu já estava completamente acabada e o sling, que costuma me salvar nessas situações, não estava mais adiantando. A pequena já estava irritada e queria ir para o chão.
A volta de metrô já estava mais cheia, mas assim que entrei no vagão, Juro! Umas 3 ou 4 pessoas se levantaram para me oferecer lugar. Quando eu estava grávida, muitas vezes tive que esfregar a barrigona na cara de dorminhocos fingidores para conseguir descansar a carcaça. Hoje, percebi que crianças são muito mais vantajosas nesse caso. Elas são fofas e despertam compaixão, enquanto que as grávidas estão gordas, inchadas, mal humoradas e despertam desconfiança, afinal, quem garante que não é só gordura? (juro que eu ouvi esse absurdo uma vez!!)
Bem, nem preciso dizer que a Amelie dormiu e, exausta, perdeu grande parte do trajeto da volta pra casa. Mamãe ainda chegou em casa e foi preparar a janta da pequena, organizar as roupas para o banho e ainda tive pique para ir a um restaurante com o maridão e a pequena, claro.
Quem disse que eu preciso de academia? bye bye, gelatina do tchau (pq vamos combinar que chamar isso aqui de músculo seria muita audácia da minha parte!!!!)
Subir na lotação foi moleza. Logo umas 3 pessoas se levantaram para me ceder o lugar. A pequena foi olhando o céu, tagarelando seu bebês indecifrável e fazendo gracinha para todo mundo que olhava para ela.
No metrô a coisa já ficou esquisita. Primeiro que a mamadeira de água dela abriu na bolsa e, além de molhar tudo o que estava dentro, molhou também minha roupa. Uma delícia tomar um banho desse com uma temperatura que beirava uns 15 graus! Além disso, digo que é preciso ter braço para segurar uma criança decidida a colocar todos os ferros do metrô na boca. Foram umas 14 estações tentado conter a empolgação da pequena!
Depois, precisei andr uns 6 quarteirões a pé. Na descida foi moleza, mas a subida foi cruel. Eu já estava completamente acabada e o sling, que costuma me salvar nessas situações, não estava mais adiantando. A pequena já estava irritada e queria ir para o chão.
A volta de metrô já estava mais cheia, mas assim que entrei no vagão, Juro! Umas 3 ou 4 pessoas se levantaram para me oferecer lugar. Quando eu estava grávida, muitas vezes tive que esfregar a barrigona na cara de dorminhocos fingidores para conseguir descansar a carcaça. Hoje, percebi que crianças são muito mais vantajosas nesse caso. Elas são fofas e despertam compaixão, enquanto que as grávidas estão gordas, inchadas, mal humoradas e despertam desconfiança, afinal, quem garante que não é só gordura? (juro que eu ouvi esse absurdo uma vez!!)
Bem, nem preciso dizer que a Amelie dormiu e, exausta, perdeu grande parte do trajeto da volta pra casa. Mamãe ainda chegou em casa e foi preparar a janta da pequena, organizar as roupas para o banho e ainda tive pique para ir a um restaurante com o maridão e a pequena, claro.
Quem disse que eu preciso de academia? bye bye, gelatina do tchau (pq vamos combinar que chamar isso aqui de músculo seria muita audácia da minha parte!!!!)
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Readaptação e evolução
Faz quase duas semanas que estou com a Amelie em casa e, nesse tempo, eu estou em um processo de readaptação intensa. Eu estava acostumada a ficar o dia todo fora, cuidando de coisas minhas e com a cabeça na pequena.
Eu achava que o tempo que eu passava com ela durante a noite e finais de semana eram suficientes para realmente conhecê-la, mas que grande ilusão! Eu não sabia o horário dos seus cochilos habituais, o que realmente a agradava, enfim... Em pouco tempo nos tornamos levemente desconhecidas -por incrível que pareça.
Foram duas semanas cansativas mas estou completamente realizada. A Amelie engordou 800 gramas o último mês, tem ficado corada (o que nunca acontecia), está mais alegre e muito mais esperta. Nossa convivência realmente tem sido benéfica para ela (e para mim também!!!) e todos notam a diferença quando a vêem.
Ela ainda está bem abaixo do peso, mas cada grama conquistada é motivo de alegria, de festa e de esperança de que ela normalize de vez seu desenvolvimento.
A Amelie é uma criança alegre, acorda sorrindo e raramente estranha quando alguém se aproxima. Faz festa com barulho de trovões e fogos. Não pode ouvir uma melodia que bate palmas. Está quase andando, mas é preguiçosa - sabe que engatinhando pode chegar mais rápido ao seu destino!
Estou pisando em nuvens, feliz da vida por estar acompanhando a pequena de perto.
Ah! E viva Santo Antônioooooo!
Eu achava que o tempo que eu passava com ela durante a noite e finais de semana eram suficientes para realmente conhecê-la, mas que grande ilusão! Eu não sabia o horário dos seus cochilos habituais, o que realmente a agradava, enfim... Em pouco tempo nos tornamos levemente desconhecidas -por incrível que pareça.
Foram duas semanas cansativas mas estou completamente realizada. A Amelie engordou 800 gramas o último mês, tem ficado corada (o que nunca acontecia), está mais alegre e muito mais esperta. Nossa convivência realmente tem sido benéfica para ela (e para mim também!!!) e todos notam a diferença quando a vêem.
Ela ainda está bem abaixo do peso, mas cada grama conquistada é motivo de alegria, de festa e de esperança de que ela normalize de vez seu desenvolvimento.
A Amelie é uma criança alegre, acorda sorrindo e raramente estranha quando alguém se aproxima. Faz festa com barulho de trovões e fogos. Não pode ouvir uma melodia que bate palmas. Está quase andando, mas é preguiçosa - sabe que engatinhando pode chegar mais rápido ao seu destino!
Estou pisando em nuvens, feliz da vida por estar acompanhando a pequena de perto.
Ah! E viva Santo Antônioooooo!
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