21h45 - última ordenha do dia. UFA!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Vida pelo relógio
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Amelie e o Papai Noel
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Eu quero pão
E o Antônio? Ainda está instável, infelizmente. Fica, no máximo, 2 dias sem apresentar sangue nas fezes e depois volta tudo de novo - mesmo eu só tendo inserido o trigo dos novos industrializados. Anteontem comi um biscoitinho de polvilho feito com ovo. Pequeno teve cólicas, ficou choroso e o sangue aumentou. Uma caca.
Passei a última semana colhendo novos exames e estamos torcendo para que os resultados tragam alguma luz, pois a pediatra cogitou a possibilidade de interromper a amamentação do pequeno e ficarmos apenas no leite artificial. Existe a possibilidade (remota, é verdade) de que o pequeno não consiga metabolizar a proteína do MEU leite. E aí não tem jeito... Enfim, não quero sofrer por antecipação e, na próxima consulta pretendo discutir todas as possibilidades de tratamento. Se precisar, corto o glúten. Corto o que tiver de cortar da minha alimentação para que eles fiquem no leite materno.
Davi está ótimo. Não apresenta nenhum sintoma que possamos o considerar alérgico - inclusive com os exames negativados. Mas independentemente de qualquer coisa, ambos estão crescendo, gordinhos. Já estão dormindo melhor e, às vezes, dão estirões de 6 horas durante a noite. Raramente choram ou reclamam de cólica. Já estão dando risada. Reconhecem minha voz ao longe e estão começando a identificar diferentes ambientes. É uma delícia viver cada fase desenvolvimento deles.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Desafio: 14 dias sem industrializados
As únicas coisas permitidas são: Arroz, feijão, aveia, sal, açúcar e macarrão (de marcas cujos SACs garantem a "limpeza" do produto). Fora isso, carne (de frango e porco), frutas, legumes e verdura. Os temperos precisam ser naturais. A médica mesmo falou: isso vai ser um desafio, mas vai valer a pena.
Então, por quê não transformar o peso da obrigação em algo um pouco mais divertido? Minha ideia é compartilhar minhas refeições no meu perfil do Instagram e mostrar que é possível ficar sem industrializados sem morrer de fome, sem ter muito trabalho
Vou tentar ser o mais variada possível nas preparações e espero inspirar aqueles que querem largar o junk food para ter uma vida mais saudável. Acho que desse jeito vou ter mais força para seguir a deita sem deslizes e com o apoio de vocês!
Me adicionem por lá! E quem quiser tentar o desafio também é só usar a hashtag #14diasnatural. Vou adorar se mais gente resolver tentar!
Ah! E quem quiser saber mais sobre APLV, o fantástico trará uma reportagem sobre o assunto no domingo. Não deixem de assistir!
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Nossa nova rotina
A pequena ainda consome o leitinho dela, mas com algumas restrições: Não pode mais tomar na sala – tem que ser na caminha dela – e, para não correr risco de uma contaminação cruzada na cozinha, montei uma “pia” no tanque da área – com detergente, esponja e escorredores exclusivos.
sábado, 4 de outubro de 2014
Antônio sensibilizado
Se você tem filho sabe o quanto é importante ver um cocô saudável ao abrir a fralda. Aliás, quase toda mãe é capaz de discutir a coloração das fezes dos filhos enquanto toma café da manhã. Não fique com nojo. É realmente natural, acredite.
Eu não sou diferente e, há alguns dias percebi o cocô do Antônio estava mais avermelhado. Comentei com a minha mãe e disse que estava preocupada. Porém, aparentemente tinha sido algo pontual, já que a evacuação dele havia voltado ao tom amarelado característico de bebês que mamam no seio.
Mas na sexta-feira, ao abrir a fralda, Antônio pregou daquelas peças em mim e fez um cocô fresquinho. E eu vi sangue. Fiquei gelada. Liguei pra pediatra, que não podia me atender na hora. Fiquei esperando a ligação dela com o coração na mão e rezando pra que não fosse nada demais.
Me segurei pra não jogar a informação no Google, mas foi maior que eu. Pra minha surpresa, não achei nada muito trágico (o que normalmente acontece). Porém, um dos diagnósticos mais prováveis era a Alergia a Proteína do Leite de Vaca (APLV), suspeita que a pediatra também compartilhou e me mandou suspender leite e derivados da minha dieta, além de substituirmos o complemento do Antônio. Vejam, APLV é diferente da intolerância à lactose. Aqui o negócio é alérgico mesmo. Explico:
Dependendo do grau de sensibilidade do pequeno, o contato com o mínimo de leite ou seus derivados pode levá-lo a um choque anafilático. Por isso, agora, eu preciso ficar de olho no rótulo de tudo o que eu comer até confirmarmos o diagnóstico. Não posso ingerir nada que contenha traços de leite, ou seja, se o maquinario de algum produto sem leite for compartilhado na fabricação de outro com leite, já não posso consumir.
Vou precisar substituir meus potes, separar as coisas dele na cozinha e orientar todo mundo que vier nos visitar sobre os perigos do contato com leite. Além disso, há a suspeita de alergia à amendoim e castanhas em geral.
A pediatra pediu uma série de exames (inclusive pro Davi, que não apresentou sintomas mas precisa ser investigado), vou tentar passar numa gastro ainda essa semana e vamos aguardar pelo diagnóstico mais acertado. Enquanto isso, estou lendo muita coisa sobre o assunto e, prometo, que este não será o primeiro post sobre APLV.
Porque só ter gêmeos tava fácil.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
1 mês dos meus machinhos.
Não sei quanto eles estão pesando agora, mas Antônio certamente já passou dos 4kg e Davi o segue de perto. E eu? Não sei quanto já perdi no total. Na primeira semana eu já tinha perdido 15kg dos 13 que eu ganhei. Não sei se perdi mais até porque eu estou comendo como uma maluca. Sinto uma fome absurda e como mesmo, sem dó. (afinal, alguma coisa precisa compensar minha barriga de damasco - de acordo com a Amelie - e os peitos meio caídos).
